domingo, 26 de outubro de 2008

Estranha.

Você pode olhar quantas vezes for, conhecer o bastante, descobrir coisas, mas nunca verá o que esta por dentro, sempre achando, mas nunca tendo certeza, só terás quando eu a fizer, quando eu a disser, sendo assim, ainda sou incógnita, uma estranha ate pra eu mesma.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Não dá!

E pode aparentar, mas eu nao sei jogar, ficar distante assim nao dá. Eu te procuro em tudo quanto é lugar, longe dos meus sonhos, entre as linhas que escrevi pra ti em meu caderno, ou nas musicas que eu guardei pra lembrar de como voce me fazia sentir tão bem. No som da sua risada, nas juras de amor, nas lágrimas de desejo, como é incrivel que passe o tempo que for, voce ainda está presente aqui no meu coração, só pra te provar que o meu sempre foi sincero, só pra te mostrar que o além não tem fim e é além dele.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Duvidas.

Tantas noites a pensar, tantos dias a planejar, esperar, tentar e falhar, o que fazer quando não se tem nada nas mãos? O que se fazer quando o caminho esta fechado? Seria certo pular a grade? São tantas duvidas pra poucas escolhas, porque é tão difícil viver? Porque é tão difícil escolher? Será que se eu acertar tudo eu ganho? Seria isso um jogo? Afinal de contas o que é viver?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Frio.

Eu senti aquele frio na barriga.. Ah que "frio", eu não sentia mais meus movimentos, porque toda minha atenção se via em você, em seus passos, a cada batida que seu coração pulsava, mesmo percebendo que não era reciproco, eu apenas observava de longe, exatamente todos as tuas manias e caras eram vistas numa imensidão que mal cabiam no meu peito, e vinha com a agonia de ser percebida, foram poucos aqueles instantes em que eu senti o frio, sua ausência e o riso que você dava a cada alegria.. Ah que "frio".

sábado, 19 de janeiro de 2008

Fim.

E não mais se fez razão, pois das noites que pensei ter me encontrado foram as que me perdi. Tão longe que mal soube voltar, com o tempo a distancia piora, talvez goste, pois o ilusório tanto agradou como ficou, tão intacto e indecente. Das ilusões fez-se o amor, o qual nunca existiu, nunca existe, mas sempre persiste. Vão um, dois, mas ele insiste, não dá pra ensinar o certo, porque o errado agrada mais, e eu sei desse descaso. Engano bem o destino, engano bem a mim mesma que mal sei o que sentir que mal sei onde seguir e se tenho de partir. Deixo pra depois. Não canso, pois minha alma não é pequena nem tão pouco o coração, brincar de amor e não-mais-amor, dar um tempo quando cansa, mas inevitavelmente sempre dá-se um jeito de trazer tudo de volta e crer numa historinha que nunca tem o final escrito. Quem sabe um dia, quando eu voltar a acreditar em tudo que pra mim morreu/ou nunca nasceu.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Não mais.

Ela era diferente, não por suas roupas, nem por seus sonhos, mas pelas coisas que ja haviam acontecido com ela, ela aprendeu muito, esqueceu muito também. Ela sempre tentava fugir da rotina, se escondia atrás de meias verdades. Era sincera até demais, pensava que se não fosse ninguém seria com ela também. Ela tem sonhos, medos, como qualquer outra pessoa. Naquele dia, ela saiu como em todos os outros, mas aquele dia, não aconteceu nada de parecido como em todos os outros, ela se soltou, esqueceu-se de seus medos, deixou de lado suas incertezas, desaprendeu o que levou anos pra aprender, deixou-se viver. Exatamente naquela noite, ela não imaginou que tudo mudaria em sua vida. Ela o conheceu, ele parecia ser comum, mas era diferente, não parecido com ela, diferente ao seu modo. E foram menos de meses ou talvez horas que ela viu que nada mais seria igual, o sorriso que ela escondia, as meias verdades que tentava acreditar, o mundo pelo qual ela odiava aceitar que era daquele jeito, nessa manha não era mais o mesmo.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Passar.

Talvez eu não saiba me expressar, pode ser que eu tropece pra falar, ou então que eu te passe algo que eu não quero, mas é difícil até de eu mesma entender o que se passa, se é que tem algo mesmo se passando, pode ser também mais uma das loucuras que rondam minha cabeça, não sei, prefiro não pensar, mas eu penso, sou pensante, sou errante, sou assim. É tarde, vontades vem e vão, e eu não sei, quase nunca sei, e vai ser sempre assim .. Sempre ?

domingo, 30 de setembro de 2007

Amuleto.

E aquela noite foi a mais silenciosa, mais triste, sem cor. Não por ser domingo, por estar com frio, ventando, sozinha, sem perspectivas, mas porque a sua joia rara, seu amuleto, o qual você nunca espere que quebre, nunca espera que suma, que ninguém encoste, quer ele sempre la com você .. Naquela noite, esse amuleto não estava com ela ... Porque (?) Só hoje, ela não quer encontrar mais ninguém, ver ninguém sorrindo, falar com ninguém, sorrir pra ninguém, a única coisa que ela quer é chegar logo em sua casa como nunca quis antes.